domingo, 12 de novembro de 2017

AS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

          As novas tecnologias, incluindo as TVs digitais tem que ser encarada como grande apoio para os docentes que quer melhorar a qualidade da educação em nosso país. Trabalhar com as tecnologias é acompanhar e interagir com a nova realidade de vida do adolescente que não conseguem mais viver sem usar as tecnologias em sala de e por que não na escola em geral.
 
          Usar as novas tecnologias não que dizer que devemos abandonar o método antigo de ensinar, mas sim conciliar o velho com o novo. Tudo que puder ser feito para que a qualidade da educação melhore, tem que ser visto com bons olhos.
 
          Saber usar e conviver com as tecnologias é fundamental na vida profissional de um professor, pois assim ele saberá interagir com a realidade uma clientela que está cada dia mais exigente e mais conectada com as tecnologias.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

FÁBULA


FÁBULA

 

 

A Lavandeira e a Veluda

 

            LAVANDEIRA                                                            VELUDA

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               Um passarinho conhecido por lavandeira fez um ninho em um poste de energia e colocou dois ovinhos.

   Certo dia a lavandeira precisou sair do ninho para se alimentar, quando outro passarinho conhecido por veluda entrou no ninho da lavandeira  bebeu os  dois ovinhos e logo em seguida colocou os seus próprios ovos.

   Quando os filhotes nasceram, a veluda mãe biológica dos filhotes retornou ao ninho da lavandeira e disse, lavandeira tola, esses filhotes não são seus filhos, a lavandeira tranquilamente e cheia de orgulho respondeu, eu sei dona veluda que estes filhotes não são meus, porém se eu não criasse os seus filhos, eu me tornaria igual a você, hoje os teus filhos me amam, porém não te conhece.

 

Referência: Antonio Ferreira Neto.

 

 

 

CONTO: A VIDA NO SERTÃO


A Vida no Sertão

   A vida no sertão das Alagoas para o sertanejo não é fácil, vários anos já se passaram, vários anos vão se passar, mas se tem uma coisa que o sertanejo tem de certeza é que o sol no próximo ano vai aparecer cada vez mais brilhante e quente.

   No começo do mês de junho o sertanejo espera com muita esperança e ansiedade as chuvas de inverno. A esperança fica por conta de saber se o inverno vai ser bom ou ruim. Mas como saber se o inverno vai ser bom ou ruim? Alguns sertanejos com mais idade costuma olhar para alguma coisa na natureza, buscando qualquer tipo de informação. Alguns acreditam que quando as formigas criam asas é porque as chuvas estão bem próximas, outros olham para um cupinzeiro e vê se os cupins criaram asas também, já outros olham à casa do João de Barro e olha qual a direção que o pássaro fez a porta de sua casa.

   Com a chegada das primeiras chuvas, já se passaram 15 dias e como a esperança é a última que morre, o sertão começa ficar esverdeado, trinta dias depois os pássaros começam a cantar com mais alegria. As nambus, as codornas, os beija-flores, os codornizes fazem a festa no campo.

   Quarenta e cinco dias já se passaram. O pasto cresceu os animais estão ficando mais gordinhos, tanto os domésticos quantos os selvagens, a vida no sertão alagoano se renova os bezerros, os carneirinhos, os pintinhos, as preás, as raposas e os mocos dão o ar da graça no sertão que há cinqüenta dias atrás era castigado pela dureza do sol escaldante.

   O sol novamente começa a brilhar e ficar muito quente, quatro meses já se passaram, chega sem dó ou piedade o verão e junto com ele a dureza da terra, o sofrimento do sertanejo, a falta d’água nas barragens, nos barreiros e nas cisternas. E o que pioram ainda mais a vida do sertanejo e dos animais, é que o pasto começa a desaparecer, os animais começam a passar sede e fome, tantos os domésticos quanto os selvagens. A vida no sertão volta à rotina de sofrimento e muita angustia.

   Sete meses já se passaram, começou o mês de junho, o sertanejo novamente espera com ansiedade e esperança as chuvas de inverno. A esperança fica por conta de saber se o inverno vai ser bom ou ruim.  

 

Autor: Antonio Ferreira Neto